Fábio Roberto Notícias // Ilhéus . Bahia

A opressão da diretora do NTE 05 fez escola: no Colégio Arleo Barbosa não é diferente!

Por meio do texto enviado à reportagem do Fábio Roberto Notícias, os funcionários afirmam que são constantemente obrigados a exercer funções para as quais não foram contratados. Caso reclamem, são ignorados com a justificativa de que “nessa escola não tem isso, tem que fazer o que mandar”. Além disso, a perseguição a funcionários é frequente. Muitos chegam ao colégio com uma função específica, mas acabam desempenhando atividades totalmente diferentes. Um exemplo claro disso é o caso de uma funcionária que foi contratada como cuidadora, mas, por indicação da diretora, passou a agir como chefe dos funcionários da limpeza, mandando e desmandando, além de desrespeitar colegas. Enquanto os adolescentes que necessitam de cuidadores não estão sendo atendidos.

Os trabalhadores relatam que baixam a cabeça e não reclamam, temendo perder seus empregos. A diretora trata os funcionários com desdém, como se fosse superior a todos. O assédio moral é recorrente dentro da escola!

O desvio de função, a perseguição e o assédio moral são práticas abusivas e ilegais. De acordo com o artigo 483 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o trabalhador pode considerar rescindido o contrato de trabalho quando for tratado com rigor excessivo. Além disso, o artigo 7º da Constituição Federal assegura aos trabalhadores proteção contra atos que atentem contra sua dignidade. O assédio moral também é combatido pelo artigo 5º da Constituição, que garante o direito à igualdade e ao respeito à dignidade humana.

Precisamos de uma liderança verdadeira, que não pense apenas em si mesma, mas que compreenda que todos somos humanos e merecemos ser tratados com respeito. O ambiente de trabalho deve ser saudável e justo, não um espaço de opressão e medo!


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