
Por anos eu vi a nossa seleção de futebol ser tratada como se não importasse. Vi talento de sobra nascendo nos campos dessa cidade e morrendo na falta de apoio. Vi o orgulho ilheense sumir da arquibancada porque ninguém se importava em puxar a corrente.
Isso me incomodava. E quem me conhece sabe: o que me incomoda, eu trato de mudar.
Nesta gestão, eu assumi um compromisso junto com o nosso prefeito. Não o compromisso perfeito, não o compromisso completo, ainda temos muito chão pela frente. Mas o primeiro compromisso de verdade que essa seleção recebeu em muito tempo. E olha o que aconteceu: um time montado às pressas. Jogadores que ninguém apostava. Um grupo que entrou no torneio carregando a descrença de uma cidade inteira nas costas.
Três jogos depois? Quatro pontos. Vitória fora de casa. Empate suado. E a classificação para a próxima fase batendo na porta. Isso não é sorte. Isso é o que acontece quando alguém finalmente acredita.
Mas agora eu preciso de vocês!
Domingo, no Mário Pessoa, a gente decide tudo. Último jogo da primeira fase. Em casa. Com a nossa torcida. E eu quero olhar pra aquela arquibancada e ver Ilhéus inteira lá.
Porque jogador cansa. Jogador sente a perna pesar no segundo tempo. Jogador precisa de alguém gritando o nome dele quando a bola não entra. E não existe no mundo combustível mais forte do que uma torcida que acredita.
Essa seleção é nossa. Essa camisa é nossa. Essa cidade é nossa!
Domingo eu vou estar lá. E eu quero você do meu lado. Vem pro Mário Pessoa. Vem fazer barulho. Vem lembrar o estado inteiro que Ilhéus joga bola e que quando Ilhéus se une, Ilhéus ganha.
Nos vemos na arquibancada!
Fotos: @lauralopes.fotografia.











