Segundo informações, há dias, a Central de Abastecimento da Farmácia Popular (fundo do SESP) está com quadro reduzido devido às férias coletivas o que acarretou na falta de medicação para cardíacos, diabéticos e psicotrópicos, a exemplo do diazepam.
Uma seguidora desse blog denunciou que desde o início do mês de dezembro vai em busca de algumas das medicações controladas e as atendentes (após horas de triagem em filas) falam que não tem.
A triagem, que já deveria ser feita no primeiro momento da distribuição dessas fichas, só é definitivamente concluída em um segundo momento quando uma outra atendente pede a receita e faz a leitura da medicação (faltosa), gerando um transtorno em decorrência da espera que a depender do dia, leva horas para o cidadão ouvir que não possui tal medicação. Ao questionar prazos, as funcionárias são categóricas em afirmar: “sem previsão”.
Outra denúncia feita por Dona Bernadete, de 64 anos, foi a de que o bebedouro recém instalado não dispõe de “copos” para que esses venham tomar suas medicações ou até mesmo aliviar o cansaço da espera ou até mesmo a fadiga do calor excessivo do verão. Uma atendente quando questionada chegou a ser irônica ao afirmar: “vocês tem que trazer copos e vasos de casa na bolsa“. Situação vexatória e insalubre. Um descaso e total falta de humanidade, por parte da Prefeitura Municipal de Ilhéus, juntamente com a Secretaria de Saúde do Município.
Outra informação que nos chocou foi a de que o uso dos sanitários é restrito somente aos funcionários daquele posto, isso é grave até porque sabemos que muitos idosos e portadores de deficiências fazem usos de diuréticos e tem por necessidade fisiológica utilizarem os banheiros.
Com a palavra o Secretário Itabunense Magela.